Sexta-feira, nublada e com previsão de chuva para o final de semana, ninguém merece!!!
Acho que foi por isso que meu lado filosófico despertou hoje.....
Ao ler o jornal, vi uma reportagem que me chamou a atenção.
Falava sobre um ex-diretor de um grande banco de investimento dos Estados Unidos que acabara de se desligar da empresa por entender que a cultura do Banco havia se distanciado demasiadamente dos valores que ele entendia como adequados e verdadeiros no trato com os seus clientes. Ele tomou a decisão de buscar outro caminho e não se render, simplesmente, ao mero desejo de busca, incessante e exclusiva, de rendimento financeiro.
Essa matéria me fez pensar, quantas vezes, diariamente, somos submetidos ao mesmo dilema de nos confrontarmos com a busca da (tão almejada) realização profissional (ou seria financeira?) versus o crescimento pessoal, aqui entendido como os valores e princípios que passamos (ou pretendemos passar) aos nossos filhos, parentes, amigos...
Na sociedade atual está cada vez mais difícil encontrar a valorização do comportamento, algo que verdadeiramente diferencia as pessoas, e não somente seus bens materiais. De fato, o maior legado que podemos deixar para nossos descendentes (e para a sociedade como um todo) é a construção de um mundo em que as pessoas, acima de tudo e antes de mais nada, possuam fortes valores éticos e de respeito ao cidadão. De fato, será que é tão importante a aquisição de um bem material, como um carro, quando sabemos que não podemos utilizá-lo na sua plenitude (rodízio, trânsito, radares, estradas em péssimo estado de conservação, insegurança, impostos e taxas, etc)? Ou seria melhor uma vida mais tranqüila onde o relacionamento e o contato pessoal sejam os verdadeiros senhores e objeto de consumo?
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